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Tudo junto e misturado. Como o conceito muVUCA, desafia líderes e gestores diante da diversidade?
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*Por Marcelo Trevisani

\"A modernidade imediata é \"leve\", \"líquida\" e \"fluida\" é infinitamente mais dinâmica do que a modernidade \"sólida\" que suplantou. A passagem de uma a outra acarretou profundas mudanças em todos os aspectos da vida humana\" - o trecho é parte da obra de Zygmunt Bauman, que esclarece como se deu essa transição, compondo uma análise brilhante e profunda sobre as condições sociais e políticas, que nos leva a repensar com urgência os conceitos e esquemas cognitivos aplicados na experiência individual humana e sua história conjunta.

Esta “modernidade líquida” pode ser traduzida no conceito VUCA - empregado na década de 90 pelo U.S Army War College (Colégio de Guerra do Exército dos Estados Unidos)-, para explicar o mundo no cenário pós-Guerra Fria. O acrônimo das palavras em inglês Volatility, Uncertainty, Complexes e Ambiguity (em português: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade, respectivamente) se faz presente ainda hoje em um ambiente altamente crítico e que nos desafia a nos tornarmos melhores líderes e gestores.

Particularmente, brinco e chamo esse conceito de \"MUVUCA\", tudo junto e misturado. No entanto, compreender cada um destes termos e saber interpretar como eles se aplicam no universo corporativo é extremamente importante para que as empresas definam estratégias capazes de minimizar os efeitos do mundo VUCA. Entre eles, podemos destacar como principal: a dificuldade de elaborar um planejamento diante das constantes mudanças do mercado.

Dificuldades de expansão diante de cenários complexos
Organizações tradicionais podem prosperar mesmo diante de questões aparentemente desfavoráveis para o seu crescimento, mas podem enfrentar obstáculos em diferentes situações, como:

- Manter a relevância ao ter que enfrentar o surgimento de novos modelos de negócios ou de uma concorrência;
- Introduzir um novo produto ou serviço no mercado, considerando incertezas de receptividade por parte do consumidor;
- Expandir a atuação da empresa em ambientes complexos, como em países com questões políticas e econômicas desfavoráveis;
E, por fim, conceber um novo modelo de negócio ou lançar a marca em um mercado emergente.
Não há escolha: ou você se reinventa ou será engolido.

Para viver e enfrentar os desafios desse mundo complexo é fundamental adotar a diversidade multi-perspectivas. São esses aprendizados que levarão à resolução dos problemas. Trata-se de um conjunto de verdades, de conhecimentos e pontos de vistas, que, quando combinados, ou interrelacionados nos torna mais preparados para gerar algo novo e capaz de solucionar questões críticas desse mundo \"MUVUCA\" que, na verdade, é líquido.

Nenhum indivíduo detém todo o conhecimento, seja na sociedade ou em uma organização. Vivemos o modelo cartesiano de pensamentos fracionados, segmentados e departamentalizados - no mundo corporativo, o que chamamos de \"silos\". Não há conversas ou interatividade. Entretanto, é fundamental que haja a troca, compartilhamento de experiências e informações, visando a construção de novo saber. Mas como?

Precisamos despertar a consciência para esse tema. É no diálogo que identificamos essa capacidade de construir. Uma conversa na qual possa abrir mão, muitas vezes, dos próprios conhecimentos e genuinamente entender o outro. Ter empatia pela outra pessoa é perceber que o conhecimento dela pode transformá-lo.

Empresas, seus líderes e gestores precisam estar abertos isso, pois é por meio dela que comprovamos a soma de saberes, nos possibilitando ir além do que já fomos. Não existe mais a figura do gênio solitário (professor, chefe). Aliás, a solidão de um líder, muitas vezes é provocada por ele mesmo quando não é capaz de criar um ambiente colaborativo, que estimule o compartilhamento e a interação. Como disse o futurista Alvin Toffler \"Os analfabetos do futuro não serão aqueles que não sabem ler e escrever, mas aqueles que não sabem aprender, desaprender e reaprender”.

Marcelo Trevisani – com mais de 18 anos de experiência como profissional nas áreas de Digital Marketing, Transformação Digital, Inovação, Chief Marketing Officer, é considerado um dos nomes mais relevantes da área. Participou de grandes cases de Marketing Digital do Brasil para empresas como Tecnisa, BRF, Itaú, Coca-Cola, Nestlé e Vivo, além de ter sido finalista e vencedor em prêmios como Caboré 2017 e CMO 2019, respectivamente. Atualmente, como Chief Marketing Officer, embasa seu trabalho em 3 pilares: Marketing - pelo foco no consumidor, Growth – pelo foco em crescimento de negócio e Marketing Digital e Growth Hacking – como facilitadora de trabalhos. Foi criador e professor do primeiro curso de pós-graduação em Marketing Digital do Brasil, além de professor de MBAs e Pós-Graduações por mais de 10 anos em instituições como ESPM, FGV Business School e FIAP. Também é palestrante em eventos relacionados à Nova Economia, Transformação Digital, Marketing Digital e Growth Hacking em locais como ESPM, Endeavor, CUBO Itaú, SEBRAE, Digitalks, Casa Digital, ProXXima, Social Media Week, In Companies entre outros.

Editorias: Propaganda e Marketing  Sociedade  
Tipo: Artigo  Data Publicação:
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Empresa: Renata da Silva Monteiro  
Contato: Renata da Silva Monteiro  
Telefone: --

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