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Geração tecnológica pede mudanças no mercado de trabalho
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*Por Regina Nogueira

Smartphone sempre em mãos, ruídos de vozes substituídos por notificações do celular, fones nos ouvidos para a realização de qualquer tarefa e cadernos trocados por computadores, tablets ou qualquer outro gadget que não exija a escrita, apenas a digitação.

Essas são atitudes comuns de uma geração que nasceu no auge tecnológico e que não sabe como é viver sem smartphone, internet ou qualquer outro aparelho inteligentemente tecnológico. A geração Z, composta por jovens adultos que nasceram a partir de 1990, provavelmente tem sido mal compreendida por seus antecessores, gerações X e Y.

O grande desafio da geração tecnológica, além de entender como seus antecessores viviam sem internet ou tecnologia, está em ser compreendida dentro do ambiente de trabalho.

Com a evolução do mundo e o acesso irrestrito à informação, uma nova realidade de entendimento veio à tona seguida da ampliação de limites mundiais, inexistente nas gerações anteriores. Para os Baby Boomers (1960-1970) e geração X (1970-1980) era imprescindível ter no currículo longas jornadas de emprego em poucas empresas e ser workaholic, o que já não é a preferência dos jovens da Z.

De acordo com a pesquisa Target Group Index, realizada pelo IBOPE em 2010 com 62 milhões de pessoas, a geração Z é a menos satisfeita com o estilo de vida atual e busca realizar mudanças, além de que 66% se encantam/sonham com a ideia de viajar para o exterior.

A realidade é que os valores e prioridades mudaram e atualmente o mercado de trabalho recebe uma geração que objetiva sucesso profissional, porém antes vem a preocupação com a qualidade de vida.

Trata-se de uma geração mais focada no bem-estar, que escolhe mais e não se submete a ficar décadas dentro de uma única empresa. Orgulho é conseguir trabalhar, ter tempo para dedicar-se à saúde e vida social, por isso, a geração fica vulnerável no mercado de trabalho. Afinal, as percepções da Z levam a condutas totalmente diferentes das gerações anteriores.

Outro ponto de destaque desta nova geração é o engajamento em questões socioambientais. O levantamento Target Group Index aponta que 88% dos jovens da geração Z preocupam-se com os recursos naturais e 72% com a saúde, o que representa, respectivamente, 1% e 15% a mais que a geração anterior.

Atualmente, o emprego dos sonhos dos jovens Z está no Google, não somente por se tratar de uma empresa de tecnologia, mas pela troca que a empresa possibilita. Com fortes ações de endomarketing, a gigante da internet oferece ao jovem qualidade de vida em troca da juventude profissional e sede por novos desafios.

Com essa nova geração, o mercado de trabalho ganha novos rumos, o que é benéfico para as corporações: reinventar-se a fim de conquistar os novos talentos que são diferenciados pelo potencial elevado, mas que possuem valores e prioridades diferentes dos seus antecessores.

Remodelar-se é preciso!

*Regina Nogueira é coach, consultora empresarial e fundadora da Regina Nogueira Coaching e Consultoria. Saiba mais em: http://www.reginanogueira.com.br

Editorias: Economia  Negócios  Sociedade  
Tipo: Artigo  Data Publicação: 14/10/15
Fonte do release
Empresa: HUG COMUNICAÇÃO CORPORATIVA   
Contato: Thamiris Rezende  
Telefone: 11-25348066-

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