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Pesquisa




Abramundo avalia que a Base Nacional Comum (BNC) mostra avanços em relação à aprendizagem das Ciências da Natureza
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Ministério da Educação utiliza, pela primeira vez, o conceito de Letramento Científico e reforça a importância do ensino de Ciências nas três etapas do ensino básico

Na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, a Abramundo, empresa especializada no desenvolvimento de materiais pedagógicos para o ensino fundamental de Ciências, reforça a importância da sociedade contribuir no debate sobre a Base Nacional Comum (BNC) divulgada pelo Ministério da Educação e que atende ao Plano Nacional de Educação, em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

Segundo a diretora de relações institucionais da Abramundo, Silvia Donnini, um dos principais avanços é a construção da Base a partir de quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. “O conceito Letramento Científico é enfatizado pela primeira vez pelo MEC, o que representa uma conquista importante para todos que acreditam que o aprendizado de Ciências deve se basear na experimentação e na compreensão de fatos que estão à sua volta”, afirma Donnini.

Ao descrever a área de Ciências da Natureza, os elaboradores da BNC foram claros ao expressar que o ensino dessa área tem o compromisso com uma formação que prepare o sujeito para atuar em ambientes diversos, considerando uma dimensão planetária, uma formação que possa promover a compreensão sobre o conhecimento científico pertinente em diferentes tempos, espaços e sentidos.

De acordo com o documento, “Uma formação com essa dimensão visa capacitar as crianças, os jovens e os adultos para reconhecer e interpretar fenômenos, problemas e situações práticas, como, por exemplo, questões associadas à geração e ao tratamento de lixo urbano e à qualidade do ar de nossas cidades, ao uso de agrotóxicos em nossas lavouras, a partir de diferentes visões de mundo, contextos e intencionalidades, para que esses sujeitos possam construir posições e tomar decisões argumentadas, perante os desafios do seu tempo”.

Para o Prof. Doutor Anderson Gomes, consultor da Abramundo, a Base foi feliz ao explicitar a importância do ensino das Ciências da Natureza nas três etapas do ensino básico. Nos anos iniciais, a Ciências da Natureza contribui com a alfabetização, ao mesmo tempo em que proporciona a elaboração de novos conhecimentos. No Ensino Fundamental, quando há uma maior autonomia intelectual, é possível avaliar sistemas mais amplos que dizem respeito às relações dos sujeitos com a natureza, com as tecnologias e com o meio ambiente, construindo uma visão própria de mundo. Já no Ensino Médio, com maior maturidade dos jovens e adultos, os conceitos de cada componente curricular – Biologia, Física e Química – podem ser aprofundados em suas especificidades temáticas e em seus modelos abstratos, contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico e para a tomada de decisões mais conscientes e consistentes.

O Prof. Anderson também ressalta a preocupação da BNC com as metodologias que promovam o encantamento, o desafio, a motivação de crianças, jovens e adultos para o questionamento. ”Precisamos romper com o currículo tradicional e propor inovações, que realmente coloquem o aprendizado em destaque. É preciso replicar modelos como o CTC da Abramundo, que investe na relação ensino/aprendizagem de Ciências para além da escola”, enfatiza.

O programa Ciência e Tecnologia com Criatividade (CTC) é resultado de dez anos de investimentos em pesquisa e que conta com uma equipe de especialistas qualificada, que busca despertar o interesse das crianças por Ciências, por meio de experimentos e associações interdisciplinares, que poderão impactar positivamente no letramento científico.

Este foi justamente o tema de uma pesquisa que o braço social da Abramundo, o Instituto Abramundo, desenvolveu no ano passado, em parceria com o IBOPE e com a ONG Ação Educativa, considerando nove regiões metropolitanas e o Distrito Federal. Ao todo, foram ouvidas 2002 pessoas de 15 a 40 anos – representativo de 23 milhões de brasileiros que tiveram pelo menos quatro anos de estudo.

O Indicador de Letramento Científico (ILC) nasceu com o ob¬jetivo de monitorar a evolução das habilidades em ciências da população jovem e adulta brasileira, além de impactar políticas públicas e provocar a sociedade sobre a importância da ciência e do aprender a aprender para o desenvolvimento do País.
“A ciência tornou-se necessária para se integrar em um mundo de rápidas transformações, que exige dos cidadãos correlações causais, seja para a busca da sustentabilidade ambiental, para o exercício da cidadania, seja para o desenvolvimento econômico”, afirma Ricardo Uzal, presidente do Instituto Abramundo. “Sabemos o quanto o desenvolvimento científico e tecnológico tem revolucionado a produção econômica e a vida cotidiana. Mais ainda, o quanto as nações estão dependentes do maior avanço tecnológico e cientifico”.

O Indicador de Letramento Científico da Abramundo tomou como ponto de partida o Indicador de Alfabetismo Fun¬cional (Inaf) e o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). De forma a complementar o entendimento dos resultados levantados por exames, como o Pisa, a Prova Brasil e o Enem, que apresentam mensurações ainda na ida¬de escolar, o desafio com o ILC foi mensurar o quanto do conhecimento científico adquirido ao longo da vida escolar é aplicado no cotidiano da população economi¬camente ativa.
Em uma primeira análise, a pesquisa demonstrou que a maioria (79%) das pessoas ouvidas pode ser classificada nos níveis intermediários da escala, sendo que 48% desta população se encontra no Nível 2 (Letramento Científico Rudimentar) e 31% se enquadram no Nível 3 (Letramento Científico Básico).

Apenas 5 a cada 100 pessoas foram classificadas no Nível 4 (Letramento Científico Proficiente) e 16% da população pesquisada se encontra no Nível 1 (Letramento Não-científico).
Para a superintendente educacional da Abramundo, Carminha Brant, os dados da pesquisa confirmam que a baixa escolaridade e, sobretudo a falta de prioridade da alfabetização científica no ensino fundamental compromete a apropriação das ciências e sua aplicação na vida cotidiana. Segundo ela, o foco prioritário na educação pública tem sido o português – língua materna – e a matemática, o que pode resultar, sobretudo na segunda etapa do ensino fundamental na secundarização do ensino de ciências.

“A ausência de letramento científico básico reforça as desigualdades sócio- econômicas, comprometendo o exercício da cidadania e a inserção produtiva de grande parte de nossa população. Esperamos que a proposta da BNC evolua nessa discussão e traga novas oportunidades para o ensino de qualidade das Ciências da Natureza”, complementa Carminha Brant.


Sobre a Abramundo
A Abramundo é uma empresa brasileira que cria, desenvolve, produz e implementa metodologias de investigação e materiais educacionais para o aprendizado de Ciências no Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano. Entre suas soluções para a educação oferece o Programa Ciência e Tecnologia com Criatividade (CTC), que cria um ambiente de experimentação instigante na sala de aula e fortalece o aprendizado científico.
A Abramundo acredita que a Educação em Ciências assegura o desenvolvimento de habilidades essenciais para a vida de crianças e adolescentes. Para mais informações: http://www.abramundo.com.br
Sobre o Instituto Abramundo
O Instituto Abramundo foi fundado em 2003, com a missão de disseminação de cultura científica no Brasil. Hoje é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e se destaca por sua competência especializada em aliar Ciência, Arte, Cultura e Educação para atrair o público pelo encantamento e pela curiosidade em projetos de educação formal e não formal.
Ao longo de sua história, realizou nove exposições culturais de temática científica, sendo cinco inéditas e quatro mostras internacionais adaptadas para o Brasil, em parceria com o Museu de História Natural de Nova York. Entre elas, Reverta, Água na Oca, Darwin, Einstein e Revolução Genômica, que juntas foram vistas por mais de 1 milhão de pessoas no Brasil. Também publicou dezenas de títulos de divulgação científica e sobre educação, cultura e sociedade, além de catálogos sobre suas mostras. E é pioneiro na realização de uma pesquisa inédita sobre o Índice de Letramento Científico no Brasil (ILC), que revelou o nível de conhecimento científico da população brasileira em geral.
O Instituto Abramundo é o braço social da Abramundo, uma empresa brasileira que cria, desenvolve, produz e implementa metodologias de investigação e materiais educacionais para o aprendizado de Ciências no Ensino Fundamental de 1º ao 9º ano. Suas soluções proporcionam um ambiente de experimentação instigante na sala de aula, que fortalece o aprendizado científico.

Editorias: Ciência e Tecnologia  Educação  
Tipo: Pauta  Data Publicação: 19/10/15
Fonte do release
Empresa: DFreire  
Contato: Dfreire_Flavia  
Telefone: --

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