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Falta água no mundo. Reclamar não adianta. Precisamos de chuvas
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Para os que vivem reclamando da falta de água em Itu, Salto e em muitas cidades do Estado de São Paulo e do Brasil, pela escassez de chuvas, interessante acompanhar a situação de outras regiões e países do mundo, onde a carência de água está inviabilizando até a vida humana. Para exemplificar, apresentamos o que está acontecendo em várias partes do planeta.

Uma impressionante matéria sobre falta de água no Oriente Médio, produzida pela CNN internacional, alerta a todos sobre os efeitos do aquecimento global que atinge a maioria dos países da região, grandes produtoras mundiais de petróleo. Trata-se de uma situação que o dinheiro não resolve. O problema é a falta de chuvas.

O Irã, por exemplo, tinha o Lago Urmia, onde diversas ilhas eram um paraíso turístico e, há duas décadas, o local está se tornando uma planície de sal. Urmia foi o maior lago do Oriente Médio e sua economia um próspero centro turístico de hotéis e restaurantes.

“As pessoas vinham aqui para nadar e usavam a lama para fins terapêuticos. Elas ficavam aqui pelo menos por alguns dias”, disse Ahad Ahmed, jornalista da antiga cidade portuária de Sharafkhaneh, à CNN.

O desaparecimento do Lago Urmia foi rápido. Seu tamanho caiu para mais da metade — de 5.400 Km², na década de 1990, para apenas 2.500 Km² hoje, com tendência de desaparecer. Esses problemas são familiares em muitas partes do Oriente Médio — onde a água simplesmente está acabando.

Atualmente, alguns países do Oriente Médio, incluindo Irã, Iraque e Jordânia, estão bombeando grandes quantidades de água do solo para irrigação enquanto buscam melhorar sua auto-suficiência alimentar. Eles estão usando mais água do que o disponível rotineiramente pela chuva. E assim os níveis do lençol freático estão caindo porque se retira a água mais rápido do que está sendo reposta pela chuva.

As consequências da água se tornar ainda mais escassa são terríveis. Áreas podem se tornar inabitáveis, as tensões sobre como compartilhar e gerenciar os recursos hídricos, como rios e lagos podem piorar e, no âmbito político-social, a violência poderia explodir.

Haverá chuvas extremas, o que significa que inundações como as que estão acontecendo na China, na Alemanha e na Bélgica. Essas inundações serão um grande problema para o Oriente Médio. Este é realmente um grande problema de mudança climática.

Um ciclo vicioso

Na Jordânia, um dos países com maior estresse hídrico do mundo, as pessoas se acostumaram a viver com muito pouca água.

Um estudo publicado mostrou que os jordanianos terão que reduzir pela metade seu uso per capita de água até o final do século. Atualmente, a água chega às casa na Jordânia uma ou duas vezes por semana, mesmo na capital Amã. A maioria dos jordanianos de baixa renda viverá com 40 litros por dia, para todas as suas necessidades — beber, tomar banho e lavar roupas e pratos, por exemplo. Na América, em média, hoje se usa cerca de 10 vezes essa quantia.

E por aqui, o que acontece?

Acontece que não preservamos os nossos rios. O Tietê, por exemplo, se não tivesse poluição poderia abastecer diversas cidades do vale médio. Idem para o rio Jundiaí. Idem para tantos outros rios que conhecemos. Acontece que tem gente que ainda não aprendeu que não se deve soltar balões que provocam incêndios onde caem.

E tem gente que corre atrás deles para recuperá-los e soltar de novo. Apesar dos apelos dos dirigentes se desperdiça muita água lavando carros, calçadas e torneiras abertas mais do que o necessário.

E, são esses que reclamam que falta água e, publicamente, crucificam governadores e prefeitos. A falta de saneamento básico e do tratamento de água é um fato histórico que atravessa gerações. Todavia, eles acham que malhar o Judas do momento é legal, dá “status”. Mas, falta educação. Assim caminha a humanidade.

Crise hídrica em São Paulo é pior do que a de 2013

O principal reservatório de água da região metropolitana de São Paulo está em alerta. Segundo a Sabesp, o volume do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de 7 milhões de pessoas por dia, atingiu 38% de volume útil.


23/08/2021


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Raul Machado Carvalho – Editor
grandeitu@grandeitu.com.br

Editorias: Alimentos  Ciência e Tecnologia  Cultura e Lazer  Ecologia e Meio ambiente  Turismo  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
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Contato: Raul Machado Carvalho  
Telefone: 11-55213483-

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