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Malhar em jejum: bom ou ruim?
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Malhar em jejum: bom ou ruim?
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Uma dúvida ainda permeia o meio das atividades físicas: malhar em jejum é benéfico ou não? Interfere mesmo na perda de peso? Essa prática tem se tornado cada vez mais comum, em especial, por pessoas que seguem dietas como o jejum intermitente. Além disso, tem despertado o interesse e a curiosidade de muita gente.

Um estudo publicado pela Universidade de Cambridge, em 2015, comparou os efeitos da prática de atividades físicas em jejum noturno ou após o café da manhã. A pesquisa mostrou que a hora mais eficiente para se reduzir a gordura corporal é pela manhã, em especial, pelos índices glicêmicos mais baixos. Os resultados relataram, também, que a taxa de oxidação de gordura é alta durante o exercício matinal, após jejum noturno, quando comparado com o exercício realizado após alguma refeição.

Por que isso acontece? A especialista em clínica médica e em nutrição funcional Sarina Occhipinti, explica que a prática de atividades físicas em jejum faz com que seja liberada uma maior quantidade de hormônio do crescimento. Por isso, aumenta o transporte de ácidos graxos dos adipócitos (células que armazenam gordura), criando uma fonte de energia alternativa à ausência de carboidratos.
Como o tema ainda gera muitas dúvidas, separamos as mais comuns para que a especialista possa responder:

- É verdade que treinar em jejum é mais eficiente para queimar gordura?
Pesquisas apontam que exercícios aeróbicos feitos em jejum podem queimar até 20% a mais de gordura. Quando não nos alimentamos, ficamos com menos reserva de glicogênio e a gordura passa a ser queimada durante os exercícios.

- Isso vale para qualquer atividade física?
Em geral, jejum é mais recomendado para exercícios aeróbicos como corrida, ciclismo, natação ou caminhada, pois são as atividades que mais vão demandar as reservas de gordura como substrato energético. É importante ressaltar, porém, que é preciso ter certo cuidado e realizar acompanhamento com um especialista. No início, recomenda-se praticar exercícios de menor intensidade, como corrida. Após uma adaptação do organismo, modalidades mais intensas, como futebol, crossfit ou musculação, podem ser liberadas.

- A performance é afetada?
Pode ser, em especial para atividades mais intensas. Contudo, quem adquire o hábito do jejum pode passar por adaptações fisiológicas para utilizar a gordura como substrato de energia. Com o tempo, o desempenho pode inclusive tornar-se melhor. Mas uma atenção deve ser dada a exercícios de longa duração, pois nesses casos pode ser necessária uma suplementação. Fique atento também para atividades atléticas ou profissionais: precisam de um cuidado individual e especializado.

- Posso manter essa prática sempre ou devo criar intervalos?
Não há nada que comprove a necessidade de interromper o uso do jejum. Desde que você se sinta bem ao praticar exercícios, pode seguir com esse hábito. Mas, reintero a importância de contar com um acompanhamento profissional capacitado.

- Todo mundo pode praticar atividades físicas em jejum?
Algumas patologias ou mesmo o sedentarismo exigem uma avaliação individual, antes de iniciar os treinos em jejum. Ela é indicada tanto para indivíduos que buscam hipertrofia quanto por quem deseja perder gordura. Fique atento ao plano alimentar: se ele for mal calculado, pode ocorrer perda de massa magra. Por outro lado, pessoas com taxas de gordura corporal muito baixas, não devem fazer jejum antes das atividades.

Editorias: Saúde  
Tipo: Pauta  Data Publicação:
Fonte do release
Empresa: Hipertexto Consultoria e Assessoria de Imprensa  
Contato: Cilene Impelizieri Nogueira  
Telefone: 31-32274566-

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